Arquivo da categoria: Coisas

SABOTAGE mirim: um tributo ao MCA

Massa né!? Tá ligado agora donde veio Hermes e Renato? Hehehe…

O que acontece quando um ateu se engana…


Mais uma do Ricardo Coimbra

Como gravar uma revolução…

Como grabar una revolución

E aí, quer aprender como cobrir e reportar manifestações e se manter seguro? Bem massa esse manualzinho… prático, rápido e objetivo e ó que a gente precisa: ser mais organizado que aqueles que nos oprimem.
Tá em espanhol ainda, que se aventura a legendar em tupy? Bóra massificar rapaziada…

Um aplicativo de iPhone pra buscar o sol…

… ou como ser hipster em qualquer hora e lugar. É o que promete a Ray Ban como o Bright Light. Sacou!? Assiste aí e vc vai entender… é mais ou menos assim: marca um encontro naquele lugar hipster, vá com sua roupa hipster, com seu Bright Light by Ray Ban escolha o caminho em que o por do sol deixe a luminosidade mais hipster, pasteurize eternize o momento com seu instragram e claro, publique no Tumblr. Facebook não é hipster, viu!?

R.I.P. MCA (1964-2012)

Puta notícia ruim…

Foi ontem, vi no Terra

[4:20]

[4:20]

É sexta!!!!!!

Vamo nessa porque o ritmo hoje tá o Hanni El Khatib aí embaixo…

Mas a nega tá chegando e daqui a pouco fica tudo docinho…

Manguebeat, Volver e mais uma polêmica besta…

Tá dando um bafafá a nova música do Volver… mas acho que a gente já tá se acostumando a “era dos extremos”, né não?! Afinal a convivência tem sido um privilégio dos vegetais. É mais ou menos o certo pelo errado, ou vice-versa, saca a declaração dos caras do Volver:

“Em Pernambuco, o movimento manguebeat é considerado uma instituição acima de qualquer crítica. Sou fã de Mundo Livre S/A, mas acho que o meu estado é grande demais para comportar só carangueijos. Eu adoro a cultura indígena, mas isso não quer dizer que eu quero morar numa oca”, comenta o vocalista do Volver, Bruno Souto. Próxima estação é o terceiro CD da banda. O primeiro desde que o quinteto se mudou para São Paulo.

“O fanatismo é tão grande que as pessoas acham que criticar qualquer aspecto do mangue é o mesmo que xingar o estado de Pernambuco. Gravamos o clipe com a bandeira para mostrar que somos pernambucanos até a alma. Mesmo assim, muita gente achou que fizemos isso para provocar. Tudo bem. Artista não tem só que agradar. Precisa cutucar um pouco também.”

Eu não quero alimentar a peleja, porque se pá eu até entendo a parada dos caras e quero acreditar que tem uma boa dose de ironia na parada, o negócio é que sempre rola de devolver tudo na mesma moeda. Isso me lembra o tempo em o (extinto – ou quase) cobrador de ônibus era o filósofo do lotação: Um passinho pra frente aí, pessoal!

Desculpe a redundância, mas é que às vezes me esqueço que, hoje em dia, polêmica besta é praticamente um pleonasmo.

Agora vou sacanear… mas já que o negócio é provocar, acho que o Mundo Livre S/A deu a respota antes da pergunta…

A resenha em quadrinhos do show do Dylan em SP

Então que o velho Tambourine Man vetou a presença de jornalistas e fotógrafos no show, e câmeras e celulares também foram barrados… daí que o Rafael Grampá da Folha foi no show e resenhou na base do retrato falado em história em quadrinhos… masssa!

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