Arquivo da categoria: Discos

Tô devendo por aqui…

… confesso que um pouco é preguiça, mas logo logo começo a botar a casa em ordem.
Então fica mais uma pérola do Kiwanuka só pra marcar presença…. buenas!

E agora que eu fico sabendo que o Lee Ranaldo tá no Brasil..

Não bastasse ter perdido o show do Thurston Moore semana passada fico sabendo hoje que Lee Ranaldo – meu SY favorito, diga-se de passagem [acho tão besta essa expressão] [talvez as duas] [pra quê a gente usa essas merda] [xapralá] – estará em BH até domingo pra apresentar seu projeto audio-visual, Sight Unseen, em parceria com a esposa e artista experimemntal Leah Singer. Aproveitando… Leah foi quem dirigiu o clipe de Angles, do recente álbum solo de Ranaldo, um disco que já entrou pro meu TOP 10 DA VIDA TODA – que disco!

Falando nisso… descrevendo o disco e o clipe, uma frase de Lee Ranaldo, me acendeu uma lâmpada interessante que intitulei: Como ser bairrista em Nova York e como isso tem tudo a ver com os recentes álbuns “Demolished Thoughts” (2011) do Thurston Moore e “Between the Times & Tides” (2012) do Lee Ranaldo. “Angles, de acordo com Ranaldo, é sobre ‘…a distância entre Nova York e o Mar dos Sargaços, ou algum lugar igualmente distante, em outras palavras, entre os tempos e as marés…’” Mas isso é papo pra um post inteiro…

Ah, alguém aí pode me dar uma carona até BH amanhã?

E o disco novo da Madonna, hein?!

Depois dos rumores de tombo, ferimentos, invalidez… Que será que a titia anda aprontando, hein!? Ainda nem ouvi. Pega aê. E tem o Deluxe Edition também.

MDNA

MDNA Deluxe Edition

[Dica] Tem disco novo do Sleep Party People na área…

Sleep Party People
Até onde eu sabia, We Were Drifting On A Sad Song estava anunciado pra abril e como EP, mas é claro que já vazou. Já tá rolando por aqui… Mas pra quem não tá ligado ainda, eles já deram as caras por aqui, faz um tempo. Mas dá uma olhada aí no clipe foda de A Dark God Heart, que abre o disco e num trechinho deles mandando a música título do álbum ao vivo, mês passado. Já dá pra ir se preparando pro que vem do download


Checkpoint 303: Novas músicas de territórios ocupados

“Reconstruir a paisagem sonora do Oriente Médio”. Uma parte da auto-definição do Checkpoint 303. A dica foi do Massive Attack, hoje mais cedo no Feice. Um tunisiano e um palestino, Mocha e Yosh, sediados em Paris, mixando sons de um cotidiano de milhões de pessoas. Balas, ecoando injustiça. Desespero e revolta.

checkpoint 303 é inspirado pelos sons que dão ritmo à vida cotidiana de milhões de pessoas no Oriente Médio. zunindo sons de balas. ecoando injustiça. revolta. desespero e tristeza. e ainda, em meio a tudo isso, sons suaves. de esperança. de normalidade. atos triviais. vida, como em qualquer outro lugar. isto não é vídeo game. violência não é uma imagem em movimento na televisão. é o pesadelo diário de milhões.

Dá pra baixar tudo lá no site dos caras. Vale muito. CHECKPOINT303. Mas também dá pra ouvir aí embaixo.

Três músicas do Ramones no CBGB em 1974


HISTÓRICO.

Ouve aí o novo do Lee Ranaldo


“Between the Times and The Tides” já me pegou pelo pé com surpresa, agrado e uma dose de pessoalidade uq echega a ser impresionante. Acho que tudo mundo ficou um pouquinho extasiado com a simplicidade e a colher cheia de pop que o Lee Ranaldo colocou no debut. Cara, que delícia tá esse disco… Já falei um pouco sobre esse disco uns tempos atrás, então aproveita aí que Rolling Stone liberou ele inteirinho em stream e deleite-se.
Ouça aqui.

Battles entrando na onda dos remixes…

Gui Boratto e The Field abriram a safra Gloss Drop remix. Fraquinho, vamu concordar…
Principalmente Wall Street sue ficou muuuito comportadinha.

Enfim, o primeiro disco da Lana Del Rey

Lana Del Rey - Born To Die Pega aí que tá fresquinho, fresquinho… LINK DEL REY

Lee Ranaldo solo chegando por aí…

Eu tô de férias, consequentemente esse blog também, mas como a insônia não tá de férias também… isso aqui merece. Minha primeira ansiedade de 2012, o álbum solo do Lee Ranaldo. Between the times & the tides, deve aparecer lá por março, com Steve Shelley na batera, produção de John Agnello, John Medeski do MMW nos teclados, Jim O’Rourke na barulheira e a praticipação especial do primeiro baterista do SY, Bob Bert.
O prenúncio é delicioso… imprevisivelmente pop. Curte aê que eu só devo voltar semana que vem…

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