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E agora que eu fico sabendo que o Lee Ranaldo tá no Brasil..
Não bastasse ter perdido o show do Thurston Moore semana passada fico sabendo hoje que Lee Ranaldo – meu SY favorito, diga-se de passagem [acho tão besta essa expressão] [talvez as duas] [pra quê a gente usa essas merda] [xapralá] – estará em BH até domingo pra apresentar seu projeto audio-visual, Sight Unseen, em parceria com a esposa e artista experimemntal Leah Singer. Aproveitando… Leah foi quem dirigiu o clipe de Angles, do recente álbum solo de Ranaldo, um disco que já entrou pro meu TOP 10 DA VIDA TODA – que disco!
Falando nisso… descrevendo o disco e o clipe, uma frase de Lee Ranaldo, me acendeu uma lâmpada interessante que intitulei: Como ser bairrista em Nova York e como isso tem tudo a ver com os recentes álbuns “Demolished Thoughts” (2011) do Thurston Moore e “Between the Times & Tides” (2012) do Lee Ranaldo. “Angles, de acordo com Ranaldo, é sobre ‘…a distância entre Nova York e o Mar dos Sargaços, ou algum lugar igualmente distante, em outras palavras, entre os tempos e as marés…’” Mas isso é papo pra um post inteiro…
Ah, alguém aí pode me dar uma carona até BH amanhã?
Lee Ranaldo mandando ‘Off the wall’ acústico em NY
Cara, como eu curto essa música. Vá lá Mr. Ranaldo…
Ouve aí o novo do Lee Ranaldo

“Between the Times and The Tides” já me pegou pelo pé com surpresa, agrado e uma dose de pessoalidade uq echega a ser impresionante. Acho que tudo mundo ficou um pouquinho extasiado com a simplicidade e a colher cheia de pop que o Lee Ranaldo colocou no debut. Cara, que delícia tá esse disco… Já falei um pouco sobre esse disco uns tempos atrás, então aproveita aí que Rolling Stone liberou ele inteirinho em stream e deleite-se.
Ouça aqui.
Retomando as atividades… com Lee Ranaldo.
Depois de mas de um mês de férias forçadas… estamos de volta. Acho que já postei isso ante do recesso, mas vai denovo. Porque a volta precisa ser em grande estilo. Aliás, altíssimo. Pode ser uma impressão muito individual, mas esse disco do Lee Ranaldo é arrancado do peito…
Lee Ranaldo solo chegando por aí…
Eu tô de férias, consequentemente esse blog também, mas como a insônia não tá de férias também… isso aqui merece. Minha primeira ansiedade de 2012, o álbum solo do Lee Ranaldo. Between the times & the tides, deve aparecer lá por março, com Steve Shelley na batera, produção de John Agnello, John Medeski do MMW nos teclados, Jim O’Rourke na barulheira e a praticipação especial do primeiro baterista do SY, Bob Bert.
O prenúncio é delicioso… imprevisivelmente pop. Curte aê que eu só devo voltar semana que vem…
E a festinha de Natal do Occupy London, com o Thom Yorke e o 3D, hein?!
Massa essa interação de expoentes culturais como o Radiohead, Sonic Youth, RATM e o Massive Attack com os “Occupy”, vale a pena ouvir os comentários e as posições do Thom Yorke e do Robert ’3D’ Naja, mas…. cara… que festinha de natal essa com com Thom e 3D nas pickups, hein?!
Lá no “OWS” quem deu as caras foi o Lee Ranaldo, com altas fotos…
Adeus Sonic Youth…
Porra… Essa foi talvez a pior notícia do ano. Com a separação de Kim Gordon e Thurston Moore o fim do Sonic Youth parecia inevitável e aquele que poderia ser o último show da banda, acabou sendo. O Brasil pode ter selado uma carreira sônica de 30 anos de uma das mais inspiradoras, influentes e criativas bandas da história do rock. Alguma sensação minha, bem pessoal, vai adjetivando isso aqui e insistindo em alguma incerteza que possa dar a chance de que esse fim não seja absoluto.
Um dia após o anúncio da separação do casal Gordon/Moore, Lee Ranaldo estreava sua turnê solo. “É uma espécie de canção de amor que fiz pra um casal amigos queridos, que estão passando por uma barra”. Foi a frase que precedeu “Angles”, música que abriu o show no Brooklyn, em outubro, onde Steve Shelley o acompanhava.
Você acaba de voltar de uma turnê da América do Sul com Sonic Youth e como você disse, Kim e Thurston recentemente se separaram. Como isso afetou a turnê? Era algo que vinha acontecendo há algum tempo, ou foi uma coisa repentina para você?
Bem, não foi tão repentina para mim como tem sido em termos de imprensa. Na verdade, a turnê correu muito bem. [...] Quero dizer, estávamos meio que na ponta dos pés e houve algumas situações diferentes na viagem, você sabe, eles não estão mais dividindo o quarto e coisas assim. Eu diria que em geral os shows foram muito bem. O que resta saber agora é o que vai acontecer no futuro. Eu acho que esses foram certamente os últimos shows por um tempo.
Você é otimista sobre o futuro da banda?
Estou me sentindo otimista sobre o futuro, não importa o que acontece neste momento. Quer dizer, cada banda segue seu curso. Estivemos juntos mais tempo do que qualquer um de nós jamais imaginou que aconteceria e foi em sua maior parte incrivelmente prazeroso. Ainda há um monte de coisas que vamos continuar a fazer. Há toneladas e toneladas de projetos, gravações e coisas desse tipo que ainda estão acontecendo, por isso há tantas maneiras em que estamos ligados uns aos outros para o futuro, tanto musicalmente como de outras formas. [...] É o tipo de coisa que naturalmente aconteceu, mas foi uma boa maneira. Eu toquei meu primeiro show no dia seguinte em que Kim e Thurston anunciaram [a separação.] Isso foi completamente estranho.
Pra quem ainda não viu o último show:
Lee, Thurston, Sonic Youth, Montera e uma tarde que vai azulando…
Tava no Feice hoje o anúncio do lançamento de um vinil de um trampo novo de Lee Ranaldo e Thurston Moore com o franco-noise Jean Marc Montera. O Sonic Youth num todo é incansável e o volume de produção dos caras é impressionante, mas na real isso me levou a pensar o quanto os caras inda reinventam sua própria música. SY é umas das bandas mais importantes e mais influentes da história e isso não é papo de fã. Os caras avançam em outras experimentações com poesia e uma série de outras coisas. Aproveitando a deixa, fica aí embaixo um pouquinho de uma compilação que eles próprios estão fazendo de suas memórias desde 2009, o Sensational Fix. Se colocar lado a lado o Demolished Thoughts que o Thurston lançou este ano, o trampo com o Montera, o SYR9 e mais o que você achar perdido pela net, dá pra entnder um pouquinho o que eu tô falando.
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12 minutos de Sonic Youth
O selo americano, Three Lobed Recordings, lança no próximo mês uma coletânea de barulheiras colhidas na última década. Mas esse post é só pra dizer que a coletânea contém uma faixa inédita do Sonic Youth, ainda com a participação de Jim O’Rourke. Out and In, tem 12 sonoros minutos captados durante a gravação da trilha sonora de Demonlover.
A TLR deixa a dica de que nas próximas semanas haverá novas premieres do álbum Not the Spaces You Know, But Between Them. Ficá ligado…
Ouça aí >>>>>







