Eddie Van Halen e seu zoológico guitarrístico

Você nunca sabe do que um ás da guitarra é capaz!
Não façam isso em casa crianças. Seus pais mandaram vocês estudar!

Silva+JorgeBispo+MariaFlor encerrando a tarde…

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Moletom, música de Silva, com clipe do fotógrafo Jorge Bispo, e o sorriso de Maria Flor. Buenas…

De Volta para o Futuro e as Torres Gêmeas. Mas hein?!

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A essa altura do dia você já deve saber que hoje é o dia em que Marty McFly chega ao futuro na segunda parte de De Volta para o Futuro II. Lógico que isso ia virar meme e uma galera já deixou recados pra que o McFly rembarcasse no DeLorean e desse meia-volta para o passado, porque né, 2015 tá foda! Ou, há quem diga, eu foi parado em CWB com a carteira vencida há trinta anos.

Mas aí que, nessa terra de neurônios frutíferos e desocupados que é a internet, esse maluco do canal BarelyHuman11, encontrou evidências em De Volta… que previam a queda das Torres Gêmeas em 11/9/2001, o famigerado 9/11. Com uma dose pesada de sincromisticismo na mente, em doze minutos esse vídeo pode te convencer de que Robert Zemeckis é a Mãe Diná de Hollywood.

Mas falando sério, esse mês estreou o filme novo de Zemeckis, A Travessia. Num clima de aventura e suspense o filme narra a façanha do equilibrista francês Philipe Petit, que em 1974 caminhou entre as torres gêmeas do World Trade Center, através um cabo de aço, sem equipamentos de segurança.

Mas e o que isso tem a ver com o filme de 1985 do mesmo Zemeckis? Segundo a galera lá do UOL, muito. Foi lá que o Lufe Steffen cravou essa: “A Travessia é uma lente de aumento em cima de uma única sequência de De Volta: o clímax final”. Faz todo sentido, até porque reviver cenas, ideias, sentimentos… são recorrentes no cinema, desde homenagens até as cópias mais descaradas.

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Mas aí você viu o vídeo lá em cima e deve estar se perguntando, por quê diabos esse cara foi fazer um filme sobre as Torre Gêmeas trinta anos depois? Hein?

Mãe Diná, feras! Mãe Diná.

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Orgulho e Preconceito e Zumbis

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Estão aí o poster e o trailer de Orgulho e Preconceito e Zumbis, filme de Burr Steers – mesmo diretor de “A estranha família de Igby” – que deve chegar aos cinemas em janeiro. Sim, é uma adaptação de Jane Austen com sangue, pancadaria e zumbis. E aí?! Qual vai ser dessa parada, hein?

Jonny Greenwood chegando do Rajastão

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Junun é o nome disco e filme que brotarão lá na Índia no mês que vem, das mãos de Jonny Greenwood e Paul Thomas Anderson. Na empreitada, o guitarrista do Radiohead e o diretor de Magnolia se juntam ao músico israelense Shye Ben Tzur e ao grupo Rajasthan Express. Nigel Godrich também dá as caras no projeto que já tem faixas disponíveis lá na página oficial do filme, dentro do serviço de stream Mubi, onde deverá ser lançado no dia 13/11. O filme deverá ser uma espécie de documentário sobre a produção de três semanas, quando os músicos foram hóspedes do marajá de Jodhpur em Mehrangarh.
Saca o trailer aí embaixo…

O verdadeiro Don Draper?

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Uma das melhores séries que eu já vi está chegando ao fim. Mad Men tá nas finaleiras e apontando o fundo do poço na saga de Don Draper. Uma mistura de decadência e glória de um self made man da Madison Avenue dos anos 60. Charmoso, rico, publicitário genial, alcoólatra e completamente perdido num mundo inventado por ele mesmo. Um dos melhores personagens já criados para a TV.
Mas eis que a VICE achou um cara que pode ser Draper em carne e osso, George Lois. O cara que transformou empresas como Xerox e Tommy Hilfiger em nomes de sucesso. Responsável pelo design de 92 capas célebres da Esquire e uma figura tão controversa quanto o paralelo ficcional.

[Instagram do dia] @bladerunnerreality

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Uma câmera de celular, algum filtro de alto contraste e um ponto de vista criativo de uma grande cidade e parece que você está dentro do filme do Ridley Scott. “Dedicado a encontrar realidades que pareçam como Blade Runner”, Ryan Allen mantém o @bladerunnerreality, uma compilação de imagens cotidianas que vão te fazer sentir-se Deckard na Los Angeles distópica de 2019.
Segue lá…

O ônibus surreal de Paul Kirchner

The BUS

Entre 1979 e 1985 o quadrinista Paul Kirchner assinou na histórica Heavy Metal Magazine, uma tira quinzenal, the bus, assim, meticulosamente em minúsculas. Um passageiro recorrente cotidianamente toma seu ônibus e alimenta itinerários absurdos, repleto de indecisões existenciais em cenários que parecem as cenas de MC Escher com roteiros que caberiam como episódios do Twilight Zone.
Ao todo, são 73 tiras que já foram reunidas em livro e agora a editora francesa Tanibis promete uma nova série, ainda sem data de lançamento. Confere algumas aí embaixo e o livro todo tá aqui!

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Jujuba Peppercast #022

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Demora mas sempre chega…
Uma horinha sussa pra ficar feliz por que essa semana tem feriadão (de novo) !!!

Saiu hoje pra ficar no dia do aniversário da Kim Gordon e dar motivo pra rolar uma Star Power accoustic. Tem Death Cab for Cutie duas vezes pq eu adoro essa Ghosts de Beverly Drive e a versão dele pra Charming Man dos Smiths é muito massa!!!
E ainda tem que cumprir a tabela da semana passada e rolar duas vazadas, uma nova do Blur e outra o UMO – cara tô pirando muito nesse disco do UMO, porra terceiro disco foda seguido!
E tem uma nova do Jon Spencer Blues Explosion que saiu semanas atrás e logo logo deve pintar disco. Coube até Fugazi e mais uma pá de coisa boa… então… segue o som!

Jujuba Peppercast #022

The Separation | Ceremony
The Ghosts of Beverly Drive | Death Cab for Cutie
Erosion | Cymbals
Do the get Down | The Jon Spencer Blues Explosion
Can’t Keeping Checking my Phone | Unknown Mortal Orchestra
Diary of a Bike | Lucas Santtana feat. Fefé
All I Know | Washed Out (Moby Remix)
Glory | Wye Oak
Thought I was a Spaceman | Blur
I Won’t be Long | Beck
This Charming Man | Death Cab for Cutie
Waiting Room | Fugazi
Star Power (Acoustic) | Sonic Youth
Vale das Rosas | Mahmed
Wait | M83

Já vazou o novo do Unknown Mortal Orchestra!

UMO Multi-Love

Eu ainda nem cansei do disco anterior e o UMO já me deu um bom motivo pra substituir o II da playlist. Apesar de prometido pra daqui um mês, já vazou essa semana o Multi-Love do Unknown Mortal Orchestra, cheio das psicodelia e com uma boa dose da vibe disco dos anos 70 e uma pitada dessa batida oitentinha que tá na moda. Mas é UMO, com suas as mixagens criativas, aquelas guitarras líquidas, seus vocais esganiçados em cima daquela batera errática… enfim tudo aquilo que a gente gosta no Unknown. E vou dizer, senti um climinha meio brazuka nesse disco, lá dos 60/70, meio João Donato, Marcos Valle, Sergio Mendes… por aí… se liga nessa Can’t Keep Checking My Phone que sintetiza isso tudo:

Então chega de papo, clica na imagem, baixa o disco e encerra o finde na moral…

Multi Love - Cover

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