Arquivo mensal: novembro 2011

[4:20] It’s Caturday!

Uma passeada em Berlim pra abrir o sábado…

O filmetinho é do mesmo cara que deu uma passeadinha em NY e que eu postei aqui outro dia, Christian Andersen. Dá uma olhada no site do cara, o bicho tá pirando nas cores. Massa!

Pra ir começando o fim de semana…

O Telekinesis tá me pegando aos poucos… a cada clipe eu vou curtindo um pouco mais. Vendo esse até parece que nem tinha ouvido essa música antes. Bom finds…..

Occupy Wall Street: “Não dá pra expulsar uma idéia que já está aí”

Os caras foram expulsos na terça e retornaram na quinta e agora? Comé que vai ser? O título do posto é a frase final do manifesto que eles lançaram na terça, confere aqui…

Rapture navegando por aí…

Mas um dos discos que me deixou confuso esse ano. Acho que eu esperava outra coisa do Rapture, mas… essa música é foda!

Falta quem na “UNHATE”da Benetton?

Essa semana deu o que falar essa campanha da Benetton, curti altos, mas só hoje é que eu vi todas. Os caras mandaram benzaço e só o fato de incomodar o Papa já merece ponto na média, né não?!

Eu tô atrasado, mas viu a treta do Ultraje com o Peter Gabriel no SWU?


Vou roubar na caruda o post do Trabalho Sujo, que veio lá do Pedro Sanches, no Yahoo, porque resume bem a parada. Pra se ligar de como eu tava offline no pós feriado, fiquei sabendo disso hoje.

A turma do Peter Gabriel, gênio por trás do grupo britânico setentista de rock progressivo Genesis, tentou dar um passa-fora na turma do Roger, gênio por trás do grupo brasileiro oitentista de rock new wave Ultraje a Rigor. Atenção para a próxima frase: tentou, mas não conseguiu.

A maioria dos artistas e bandas daqui prefere historicamente abafar o hábito corrente em festivais multinacionais, de os brasileiros serem tratados feito lixo perante os sempre gringos “astros principais”. A discrepância causa boataria desde pelo menos 1985, no primeiro Rock in Rio, quando a moeda corrente jurava que um Whitesnake valia algo como uns dez ou cem ou mil Erasmos Carlos.

O caso mais rumoroso foi o dos preparativos para o Rock in Rio 3, em 2000, quando os maus tratos e as mamatas diferenciadas para nomes estrangeiros motivou a saída em bloco das bandas “subdesenvolvidas” Charlie Brown Jr., Cidade Negra, Jota Quest, O Rappa, Raimundos e Skank. O público brasileiro mais pagapau abaixou o topete e se satisfez com as atrações internacionais da hora. Pouco se reclamou da exclusão do rock nacional do festival que levava rock no nome e Rio no sobrenome, e ainda por cima sobraram garrafadas, palavrões e vaias para o baiano Carlinhos Brown – simplesmente porque ele estava se apresentando, e não porque não tivesse acompanhado os colegas na decisão de dizer um basta às humilhações, ou rebeldia parecida. Afinal, o rock é rebelde ou não é?

(…)

Particularmente, amanheci a segunda-feira (14) orgulhoso do Roger, de quem costumo discordar muito mais que concordar. Não se foi tudo espontâneo, ou se algo de concreto lhe veio à mente ao rejeitar a “proposta” da gangue do Peter Gabriel, de encolher seu show de uma hora para meia hora (para comodidade do playboy gringo, devo supor?). Mas a postura que o autor de “Inútil” teve foi bem diferente daquela de quando era jovem e depreciava a si próprio e a seu próprio país cantando que “a gente faz filho e não consegue criar”, “a gente pede grana e não consegue pagar” (alô, FMI), “a gente joga bola e não consegue ganhar” (nos tempos em que futebol, supostamente, era só o que tínhamos a oferecer).

Ainda na noite de ontem, @roxmo (ou seja, o Roger) escreveu para Peter Gabriel, em inglês, via Twitter: “Hey, @itspetergabriel! Boa sorte no seu voo para casa! Pensei que você fosse um artista; quando você se tornou um cuzão? Ativista mundial, meu cu…”. Que deselegante!, diria Sandra Annenberg. Sim, mas consideremos que nem sempre um roqueiro brasileiro de primeira, segunda ou quinta viagem se expõe assim publicamente, em legítima autodefesa contra as arbitratriedades dos sustentáveis e dos insustentáveis.

E aí o Chuck Norris – disfarçado de irmão do Roger do Ultraje – mandou um cruzado direita no gringo que deixou até o Brian Eno ultrajado:

E aí o Peter Gabriel pediu desculpas… menos mau.

I learned this morning that there had been a problem between my crew and Ultraje a Rigor at the SWU festival, that resulted in my production manager stopping their performance and turning off their amps. I deeply regret that this took place and have called Roger Moreira to apologise directly to him and the band.

The storm had put the running order two hours behind schedule and all the artists agreed to cut their set by 15 minutes. I understand from the festival organiser that Ultraje a Rigor were playing more than the time they had agreed and that there were still two more artists to play on our stage. This is why I believe my production manager, who had also had a long battle with water damage to the equipment, was getting very frustrated. In any case, he should not have interrupted their performance.

I strongly believe in treating all artists with equality and respect and I am extremely sorry that we failed to do so last night.

Saca aí embaixo as explicações do Roger aí embaixo…

[WTF do dia] Oooiiieee Silviooo

Vem pra cá, vem pra cá… MAH Oiiiiiii Vai pra lá, vai pra lá…

E o clipe novo da Feist, hein?!

Ainda não me decidi sobre o Metals, eu gostei mas não sei ainda o quanto. Essa é talvez a faixa que eu mais curti e esse clipe tá com uma cara de final do Antichrist, do Von Trier. Sei lá, se pá to viajando um pouco. Curte aê, é massa.

O tombo do Astronauta…

… essas ele não contam. Mas só pra alimentar a paranóia: Como é que o cara cai sem gravidade, hein, mafrein?!

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