Arquivo mensal: abril 2012

[4:20]

[Dica] Diversão pro feriadão…

Você só precisa de uma piscina e…..

… uma retroescavadeira!
Que bixo lóki!

É sexta!!!!!!

Vamo nessa porque o ritmo hoje tá o Hanni El Khatib aí embaixo…

Mas a nega tá chegando e daqui a pouco fica tudo docinho…

Vá lá Beck, finaliza a quinta…

Buenas…

E agora que eu fico sabendo que o Lee Ranaldo tá no Brasil..

Não bastasse ter perdido o show do Thurston Moore semana passada fico sabendo hoje que Lee Ranaldo – meu SY favorito, diga-se de passagem [acho tão besta essa expressão] [talvez as duas] [pra quê a gente usa essas merda] [xapralá] – estará em BH até domingo pra apresentar seu projeto audio-visual, Sight Unseen, em parceria com a esposa e artista experimemntal Leah Singer. Aproveitando… Leah foi quem dirigiu o clipe de Angles, do recente álbum solo de Ranaldo, um disco que já entrou pro meu TOP 10 DA VIDA TODA – que disco!

Falando nisso… descrevendo o disco e o clipe, uma frase de Lee Ranaldo, me acendeu uma lâmpada interessante que intitulei: Como ser bairrista em Nova York e como isso tem tudo a ver com os recentes álbuns “Demolished Thoughts” (2011) do Thurston Moore e “Between the Times & Tides” (2012) do Lee Ranaldo. “Angles, de acordo com Ranaldo, é sobre ‘…a distância entre Nova York e o Mar dos Sargaços, ou algum lugar igualmente distante, em outras palavras, entre os tempos e as marés…'” Mas isso é papo pra um post inteiro…

Ah, alguém aí pode me dar uma carona até BH amanhã?

Manguebeat, Volver e mais uma polêmica besta…

Tá dando um bafafá a nova música do Volver… mas acho que a gente já tá se acostumando a “era dos extremos”, né não?! Afinal a convivência tem sido um privilégio dos vegetais. É mais ou menos o certo pelo errado, ou vice-versa, saca a declaração dos caras do Volver:

“Em Pernambuco, o movimento manguebeat é considerado uma instituição acima de qualquer crítica. Sou fã de Mundo Livre S/A, mas acho que o meu estado é grande demais para comportar só carangueijos. Eu adoro a cultura indígena, mas isso não quer dizer que eu quero morar numa oca”, comenta o vocalista do Volver, Bruno Souto. Próxima estação é o terceiro CD da banda. O primeiro desde que o quinteto se mudou para São Paulo.

“O fanatismo é tão grande que as pessoas acham que criticar qualquer aspecto do mangue é o mesmo que xingar o estado de Pernambuco. Gravamos o clipe com a bandeira para mostrar que somos pernambucanos até a alma. Mesmo assim, muita gente achou que fizemos isso para provocar. Tudo bem. Artista não tem só que agradar. Precisa cutucar um pouco também.”

Eu não quero alimentar a peleja, porque se pá eu até entendo a parada dos caras e quero acreditar que tem uma boa dose de ironia na parada, o negócio é que sempre rola de devolver tudo na mesma moeda. Isso me lembra o tempo em o (extinto – ou quase) cobrador de ônibus era o filósofo do lotação: Um passinho pra frente aí, pessoal!

Desculpe a redundância, mas é que às vezes me esqueço que, hoje em dia, polêmica besta é praticamente um pleonasmo.

Agora vou sacanear… mas já que o negócio é provocar, acho que o Mundo Livre S/A deu a respota antes da pergunta…

Imitando cenas de filme…

Taí uma parada que todo mundo faz (ou não), imitar cenas de filme. A vantagem do carinha que fez esse blog aí, o Movie Mimic, é que ele tem grana pra viajar e faz as fotos nas locações dos filmes. [Inveja MODE ON] Não se ligou quais são os filmes? Passa o cursor… Tem mais lá.

Vicky Cristina Barcelona

Top Gun

O Chamado

Sideways - Entre umas e outras

Antes do Pôr-do-Sol

Alta Fidelidade

[WTF] A menina lagarto…

CARAAAAAACA….

Vamo abrir com vibe porque hoje vai ser puxado…

Porque escolhi essa música…

A Carmen de Lana Del Rey pra ir desligando…

Lana Del Rey

Taí a Lana devolta com aquela carinha home video/movie maker que encantou todo mundo ano passado, metafraseando o universo fake que tem ao redor dela. Sacou como esse vídeo diz muito? Tudo a ver… Quase uma estética própria e com uma letra que diz muita coisa também, né não?! E aquela pontinha final, melancólica só como Satie conseguiria… e aliás, por que Satie? Cenas de show, pessoais (ou não), TV, paparazzi, cinema, a própria Carmen… Pra falar difícil, Miss Del Rey sintetiza a arte pop contemporânea de maneira plurissemiótica – baixou Tom Zé por aqui. Taí porque eu curto Lana Del Rey, ela é praticamente um HTML recheado de hiperlinks, uma invenção que nunca se anunciou real num cenário onde a maior mentira é se auto-afirmar verdadeiro. Mas juntando isso tudo, será que o “simulacro” Lana Del Rey tá se despedindo? [Palpite]

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