Arquivo mensal: setembro 2012

[Filmetinho do dia] 88:88 (ou como não ser abduzido)

Manual de sobrevivência contra abdução alienígena.
Que massa!

As 24h de festa pro aniversário de Tim Maia

A LuakaBop lança oficialmente hoje a coletânea Nobody Can Live Forever: The Existential Soul of Tim Maia, no dia em que o velho síndico completaria 70 anos, e isso numa big party ao redor do mundo, conforme o cartaz acima. Se vc, assim como eu, vai estar bem longe de qualquer uma das festinhas, então dá um play aí embaixo e comemora junto.

[4:20] Jorge “Gangnam” Pontual

420

O pior é que é verdade…

Sérião que eu tara duvidando…

Ah… a TV brasileira…

Quinta série hardcore…

Trollando a escola inteira no Google. Ou trollando o próprio Google.


Saca só lá no maps… nem vou mostrar essa pro meu sobrinho, porque (se ele já não teve uma ideia dessas) amanhã ele sobre no teto da escola.

Tem novo do Chan Wook-Park pra 2013… e em inglês!

Rolou essa semana o trailer do primeiro filme “americano” do Chan Wook-Park, que pra mim é um dos diretores mais surpreendentes e criativos atualmente. É, e você não viu errado, tem Nicole Kidman. Tratando de Wook-Park, o trailer não entrega muita coisa, e aí será que rola?
Stoker tá previsto pra março do ano que vem lá na gringa.

The XX e a Filarmonica da BBC

Foi na semana passada num evento da BBC…
Lacrimejem, melancólicos de plantão…

Lana Del Rey + David Lynch… ou quase…

Massa essa ideia pro comercial da H&M, né não?
Veludo azul, anão, gente chapada de tédio, um lodge dourado…
Poderiam ter chamado o próprio Lynch pra dirigir, mas…
Aliás, eu já tinha pensado nessa relação dos dois que pra mim era quaaase evidente… acho até que comentei isso por aqui.
De plus tem o making ainda…

Flying Lotus pra abrir a tarde…

Tô na dúvida entre o que eu acho mais massa, o som ou o clipe.
Tá ligado que já vazou o novo do Flying Lotus?
Pega lá no nodata

Emicida e os arroubos de uma TV que insiste em não ser…

Tava eu falando da TV outro dia e num passeio dei de cara com isso: o especial Som Brasil Festivais, que a Globo exibiu semana passada. Emicida mandou ver pra cima de Sinal Fechado do Paulinho da Viola. Inspirado, inovador, bonito, profundo e sei lá mais quantos adjetivos. Foi no mínimo emocionante. Eu nem vi o programa todo mas somando a participação de Tony Tornado em BR3 deixou isso tudo muito mais simbólico.
Encaixado pra lá da uma da manhã, entre os horários de menor apelo comercial se exibe/esconde aquilo que é um pouquinho mais do que a realidade enlatada do horário nobre. Mas também não é aquilo tudo. O absolutismo das verdades inquestionáveis, a “indiscutível qualidade superior dos festivais” que insiste em ressuscitar algumas velhas e mornas chatices na voz das novas salvações da MPB – vá lá Maria Gadu. Pasteurizando passado e presente num futuro insosso e pálido. Acho que agora já dá pra recolher as pedras contra o Emicida, que insiste em ocupar os espaços, comer pizza no Faustão e ganhar uns VMBs.
“A vida não se resume a festivais”. A frase saltou das pick ups antes do Emicida lançar o verbo. Pinheirinho, Favela Do Moinho, Alcântara, invadiram a TV. “Ódio, grades, tribos mortas, pés na porta… a luta é necessária… ante a mão contrária à reforma agrária… pra TV xiu, ela mentiu, vamo Brasil… que nos resumiu à mulata e fuzil. A RUA É NÓIS. Pode prende, pode matar, nossa causa é muito maior.”
Há o preço que se paga e há o sonho que se tem, mas nada se compara ao gosto… Emicida levou a rua pra TV. É, foram só alguns minutos. É, era de madrugada. Mas e daí, é o gostinho compartilhado de um daqueles momentos em que a TV é maior que a emissora e não dá conta de enlatar a realidade. Porque por mais que possa parecer, as vênus platinadas mundo afora não detém nenhum poder absoluto. O medo do dominador é maior que o do dominado.
E o Don Tony Tornado, cantando a estrada da vida cujo longo asfalto detém um crime e uma notícia fabricada, prum novo herói de cada vez, encerra o ato, ergue o punho cerrado pantera negra e com o Emicida lança a benção. Foi isso que passou na TV e isso é a resistência, e a resistência é maior que a TV. A resistência é nóis, a rua é nóis. Assista aí, a música é brinde, o resto é história.

A autobiogafia de um mentiroso morto…

Por falar em Monthy Python…
Os cinco Pythons restantes se uniram numa homenagem “animada” a Graham Chapman, o único que já se foi…
Previsto pra novembro. Vale, mesmo que não valha nada.

Falando nisso, já viu o funeral do Graham Chapman? Olhe sempre o lado bonito da vida…

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