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O ônibus surreal de Paul Kirchner

The BUS

Entre 1979 e 1985 o quadrinista Paul Kirchner assinou na histórica Heavy Metal Magazine, uma tira quinzenal, the bus, assim, meticulosamente em minúsculas. Um passageiro recorrente cotidianamente toma seu ônibus e alimenta itinerários absurdos, repleto de indecisões existenciais em cenários que parecem as cenas de MC Escher com roteiros que caberiam como episódios do Twilight Zone.
Ao todo, são 73 tiras que já foram reunidas em livro e agora a editora francesa Tanibis promete uma nova série, ainda sem data de lançamento. Confere algumas aí embaixo e o livro todo tá aqui!

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Taking the piss: o quadrinho do Banksy

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Em 2005 Bansky lançou um livro, Cut It Out. Entre textos, trampos e fotos, havia um manifesto contra a publicidade ganhou notoriedade.
Essa semana, a galera do Zen Pencils, que faz quadrinhos com frases celebres, catou o manifesto do Banksy e o transformou em quadrinhos e o resultado segue aí…

A tradução do manifesto segue lá embaixo e se vc quiser o livro, cata aqui!

Banksy - Zen Pencils

Há pessoas tirando onda com sua cara diariamente. Elas se metem na sua vida, dão um golpe baixo e logo desaparecem. Elas te espreitam de cima de edifícios altos, fazendo com que você se sinta pequeno. Elas te provocam dentro do ônibus, insinuando que você não é suficientemente sexy e que toda diversão está rolando em outro lugar. Elas estão na televisão, fazendo sua namorada se sentir insegura com suas imperfeições. Elas têm acesso à mais sofisticada tecnologia que o mundo já viu e te intimidam com isso. São os “Anunciantes” e estão rindo de você.

Você, contudo, é proibido de tocá-los. Marcas registradas, direitos de propriedade intelectual e leis de copyright significam que anunciantes maldosos podem dizer o que quiserem, onde quiserem, com total impunidade.

Que se fodam. Qualquer anúncio em espaço público, que não dê a você a opção de vê-lo ou não vê-lo, lhe pertence. É todo seu, para pegar, reorganizar e reutilizar. Você pode fazer o que quiser com ele. Pedir permissão é como pedir para guardar uma pedra que alguém acabou de jogar na sua cabeça.

Você não deve nada às empresas. Deve menos do que nada; em especial, vocês não lhes deve gentileza alguma. Elas devem a você. Elas reorganizaram o mundo para se colocarem na sua frente. Nunca lhe pediram permissão; nem pense em lhes pedir a sua.

(tradução: Kika Serra e Francisco Corrêa)

Apocalypse Now: O story board da ‘Marcha das Valquírias’

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“Adoro o cheiro de Napalm pela manhã

A célebre frase de Robert Duvall numa das mais antológicas cenas do cinema, quando o Tenente Coronel Kilgore (Duvall) “abre caminho” para o Capitão Willard (Martin Sheen) se embrenhar nas florestas do Vietnã atrás do Coronel Kurtz (Marlon Brando). Uma esquadrilha de helicópteros rompe o pôr-do-sol ao som da Marcha das Valquírias, de Richard Wagner.
Desenhados por Dean Tavoularis, os story boards podem ser vistos como os racunhos do símbolo de uma época, da loucura da guerra, da obra-prima de Francis Ford Coppola.

Segue aí embaixo, mas dá pra ver todos os frames lá no Empire

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Mas não tem nada como ver essa cena, de novo e sempre…
“Romeo FoxTrot, vamos dançar…”

[Tumblr do Dia] Heróis Badernistas

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Porque não basta protestar, a gente tem que se divertir também…
Tem mais aqui

Aranha

tenis

guri

Uma revolução em que não se pode dançar, não é uma revolução.

Simpsons X Breaking Bad

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Acabei de postar a imagem acima lá no Feice, e aí que o Trabalho Sujo linkou esse teaser da FOX com os Simpsons num Breaking Bad Style. Muito massa. E como lembrou o Mathias, BB só volta em junho. Logo logo acho que vou começar uma contagem regressiva… A Season Finale do Mr. White tem tudo pra ser épica!

Bem vindos a 2013!

Vinte-Trze

Grafite Gonzo

Daqui.

Anatomia de um guitarrista…

Ainda tá faltando uma anatomia punk, mas até que ficou massinha…




O mapa da segregação democrática nos EUA em 2012

Tropecei nesse mapa aí esses dias e fiquei de cara. Cerca de 150 anos não mudaram muita coisa em alguns aspectos estadunidenses. O cara aí comparou quais eram os territórios que lutavam pela manutenção da escravidão às vésperas da Guerra da Secessão, os estados que mantinham leis segregacionistas nos anos 50 e a divisão dos votos entre democratas e republicanos através dos estados nas eleições presidenciais de dias atrás. Surpresa? A mancha conservadora que arrasta a perna coxa da segregação racial desenha no país o mesmo mapa de um século e meio atrás.
Agora, por outro viés, o pragmático, na perspectiva político-econômica Obama e Romney não se distanciaram muito, estavam muito mais próximos do que seus discursos tentaram mostrar. O que faz pensar que esse conservadorismo proto-fascista não é um gene defeituoso dos republicanos e está mais pruma influenza sazonal e letal, que se propaga assim, no ar – quando não há outro pra respirar.

O TOP 50 álbuns do Kurt Cobain

Na real, como tá intitulado, é o Top50 do Nirvana, mas na letrinha do Mr.Cobain.
Força da influência, ou não, uma lista minha teria umas boas pinçadas dali.
Já tinha ouvido falar que Kurt pirava no debut dos Breeders, mas ainda assim fiquei de cara dele aparecer lá no topo, colado com Surfer Rosa.

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