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[Filmetinho do dia] Fist of Jesus: O nazareno caçando zumbis

Fist of Jesus

Imagine se a ressurreição de Lázaro desse errado e Jesus o tivesse convertido num zumbi que contaminasse toda Jerusalém. Em apuros, Jesus e seu fiel parceiro Judas multiplicam peixes para exterminar zumbis. Essa é só a premissa da pira dos espanhóis David Muñoz & Adrián Cardona nesse curta de 2012.

Chá de Boldo “Na Garrafa” para começar de vez esse ano…

Captura de Tela 2013-01-03 às 11.07.38

Pra ver se chapa…

Bom dia…

E olha o novo do Hurtmold dando as caras…

hurtmold

“Mil crianças” deve rolar em alguns dias. Tem show de lançamento marcado pro dia 15 em Sampa.
Mas “Chavera” já vai dando um toque do que vem por aí.

Aproveitando a onda… já viu o minidoc dos caras sobre a turnê na Bélgica?
Agatha Christie foi captado no final do ano passado quando a banda passou por Bruxelas e Leuven. Saca aí!
Via Trabalho Sujo.

Hot Chip pra abrir a tarde…

HotChip

Cara, que clipe retardado…
Muito massa!

Os fãs de Radiohead e mais um ‘DVD’ colaborativo…

Radiohead Roseland

Seguindo a onda do Projeto Raindow, que compilou os vídeos das câmeras e celulares dos fãs durante a passagem do Radiohead pelo Rio e Sampa em 2009, um grupo de Nova York lançou essa semana o show dos ingleses de 2011, da turnê do The King of Limbs no Roseland Ballroom.
A fórmula é a mesma, colaborativa e multi câmeras, mas com o áudio de fonte única. E a distribuição segue a regra, dá pra baixar os .VOBs do DVD, a arte e mais alguns penduricalhos tudo de graça lá no blog da produção.
Ou dar play e vidrar em quase duas horas de RDHD ao vivo… porque a gente nuca cansa.
Mas é claro que eu não posso deixar de dar uma lambida no Raindown antes de sair. A idéia, original e que motivou isso tudo – da qual eu participei enviando meu videozinho e que já virou até trabalho acadêmico de conclusão de curso – não é só um pontapé de criatividade, mas é também um fenômeno da cultura contemporânea. Assim como o Radiohead cutuca frequentemente o mercado fonográfico, os reflexos nos fãs da banda puxaram o tapete da distribuição audio-visual e da criação de conteúdo multimídia, principalmente (ou quase unicamente) na internetz.
Um pouco antes de se despedir, Chico Science dizia que nós entrávamos num período em que estávamos prestes a consumir a música feita por moleques cerrados em seus quartos. Assim como David Lynch aponta para o futuro do cinema. Acontece que isso já acontece. O clichê do futuro é agora, é um tanto quanto nonsesse prum muleque de 15 ou 16 anos, já que o presente mal dá tempo dele lembrar o passado.
Mais interessante ainda é que idéias colaborativas como a do Raindown e do DVD Roseland se dão a partir de uma banda icônica, que mudou o contexto musical recente e as bases da música pop mundial e advém de um disco que foi distribuido de graça na rede e outro que abdicou do formato físico. E ambos se tornam registros históricos no clique do video stream.
E em tempos de TeraPixels e Full Glacê HD o Raindown é um marco de um período em que se consome o próprio cotidiano via Estragam e o sonho de consumo é a fama. Mas é o outro lado da moeda. Onde consumimos nossa própria produção – essa é a parte boa.
Pra quem acompanhou isso de perto (ou leia-se, esteve vivo e conectado nos últimos dez anos) viu que passamos de andróides paranóicos a travessas giratórias e hoje “Aqui estamos nós / Para baixar seus preços / Te darmos de comer aos cães / pro Daily Mail”.

O mapa da segregação democrática nos EUA em 2012

Tropecei nesse mapa aí esses dias e fiquei de cara. Cerca de 150 anos não mudaram muita coisa em alguns aspectos estadunidenses. O cara aí comparou quais eram os territórios que lutavam pela manutenção da escravidão às vésperas da Guerra da Secessão, os estados que mantinham leis segregacionistas nos anos 50 e a divisão dos votos entre democratas e republicanos através dos estados nas eleições presidenciais de dias atrás. Surpresa? A mancha conservadora que arrasta a perna coxa da segregação racial desenha no país o mesmo mapa de um século e meio atrás.
Agora, por outro viés, o pragmático, na perspectiva político-econômica Obama e Romney não se distanciaram muito, estavam muito mais próximos do que seus discursos tentaram mostrar. O que faz pensar que esse conservadorismo proto-fascista não é um gene defeituoso dos republicanos e está mais pruma influenza sazonal e letal, que se propaga assim, no ar – quando não há outro pra respirar.

Por falar em Led… já ouviu o Zeppelin do Tame Impala?

A faixa não entrou no disco novo dos caras, mas tá de bônus pra quem comprou via iTunes.
Ouve aí e concorda. Ou vai dizê que não é uma pira essa bela visita?
Tá ligado que o Lonerism já tá rolando por aí, né? Cata!

The XX e a Filarmonica da BBC

Foi na semana passada num evento da BBC…
Lacrimejem, melancólicos de plantão…

A autobiogafia de um mentiroso morto…

Por falar em Monthy Python…
Os cinco Pythons restantes se uniram numa homenagem “animada” a Graham Chapman, o único que já se foi…
Previsto pra novembro. Vale, mesmo que não valha nada.

Falando nisso, já viu o funeral do Graham Chapman? Olhe sempre o lado bonito da vida…

Olha o Blur dando as caras denovo…

“I’m waltzing on an amazing pulse in a pornographic sea…”

Vindo tudo junto, o trampo do Graham Coxon, a opereta do Damon Albarn e duas músicas novas da banda toda. Um possível (re)retorno de (re)despedida do Blur com (especulado) disco novo? Mas então, serão que eles vão das as caras por aqui?