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Por falar em Chan-Wook Park…

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Enquanto seu clássico vingativo é remendado pelo Spike Lee, Chan-Wook Park se aventurou pela primeira vez no cinema estadunidense, numa produção mainstream e em inglês. O resultado? Mais um puta filme do Chan-wook Park. O que poderia ser apenas mais um filme de suspense blockbuster, nas mãos do coreano se tornou um thriller hipnótico mergulhado em referências. Das iluminuras cinematográficas de Terrence Malick, descendo pelas escadas de Hitchcock, até os pesadelos de David Lynch, Chan-wook te leva pela mão… mas cuidado pra não se perder na cena do piano. Pode ser um viagem sem volta. Uma cena que pra mim já entrou pra história do cinema… e olha que apesar disso tudo, está longe de ser seu melhor filme. Boa viagem!

Bom Dia, com uma novinha do Pixies!

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Música nova e o Pixies ainda continua sendo o Pixies. Isso é bom? Eu curti! Desde de 2003 que os caras estão de volta na ativa, depois de anunciado o “fim da banda” em 1992. Lá se vão cerca de vinte anos e no mês passado Kim Deal anuncia que está definitivamente fora da banda, é substituída por uma carinha nova, Kim Shattuck e os caras lançam BagBoy, primeira música inédita desde 1991.
Fiquei pensando em fazer várias especulações sobre esse cenário todo, mas… vamu deixar o disco vazar, né?

Clipe novo do Yo La Tengo pra ir desligando…

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Ahhh, Yo La Tengo… como a gente gosta de vocês! Acho que ninguém nega que eles são uma das bandas mais carismáticas do indie mundial, né não? E com clipe desses então…
Se liga na equação do clipe… alguém mais lembrou do Genius + Love = Yo La Tengo? Ou tem mais coisa ali ainda? Massa… massa… beeem massa!

E como essa canção Ohm é gostosa… aliás esse Fade todo é uma delícia. Se não tem ainda, demorô!

O Pacific Rim de Guillermo Del Toro

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Nessa sexta rola a estréia nternacional de Pacific Rim (Círculo de Fogo), talvez o sci-fi mais aguardado do ano, dirigido por Guillermo Del Toro. Só o fato de ser um filme do Del Toro já cria expectativa suficiente, né não!?
No futuro, para combater monstros alienígenas que emergem do Oceano Pacífico, os Kaijus, vários países criarão seu monstros robôs, os Jaegers, comandados por seres humanos. Nos pôsters de umas semanas atrás os Jaegers aparecem como cards de coleção, dando uma dica do clima do filme.
Pras bandas de cá o filme chega só em agosto, então saca aí o trailer e o Making Of e vai botando pilha, pq se pá… promete.

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[Tumblr do Dia] Heróis Badernistas

pelado

Porque não basta protestar, a gente tem que se divertir também…
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Aranha

tenis

guri

Uma revolução em que não se pode dançar, não é uma revolução.

Obama, um filme de Steven Spielberg

Obama by Terry Richardson

E se a vida de Barack Obama virasse filme, dirigido por Steven Spielberg e protagonizado por Daniel Day Lewis? Foi nessa que o Telegraph deu uma zoada no mês passado. O vídeo já é antiguinho pros padrões web, mas como este blog estava em recesso e blá blá blá… Mas é que na mesma semana em que esse vídeo apareceu, rolou uma “notícia”, meio trash meio fake, de que o Aécio Neves estaria sondando o Ronaldo Fenômeno para ser seu vice numa chapa para a presidência da república em 2014. Maluquice? Nem tanto…
Figuras pop transformadas em celebridades políticas não é novidade em tempos de Tiririca, Romário, Agnaldo Timóteo, Arnold Schwarzenneger ou pra buscar mais lá atrás, Cicciolina e Ronald Reagan.
Isso me lembra ainda uma crônica que li faz tempo – não lembro o autor, mas para dar credibilidade a este post vou atribuir ao Luis Fernando Veríssimo – em que uma dupla de amigos conversa num futuro próximo e a presidente da república é a Sasha Meneghel e o vice, Sandy e Junior (não, não são duas pessoas, mas a entidade).
O passeio todo aí de cima é pra tentar entender como a construção de uma imagem pop pro Obama é tão, ou mais importante que suas ações políticas. O fato do próprio Obama encenar a sketch torna isso ainda mais complexo. Isso deixa claro que pra conquista do voto, a função política está em segundo plano e os espaços políticos são cada vez mais mainstrem e portanto cada vez menos efetivos. Duas coisas ficam ainda mais evidentes, o “fim da ideologia” e o estado lacaio do poder econômico. Logo, a manutenção de figuras populares nos espaços políticos mantém a confiança do público/eleitor/cidadão na manutenção do status quo. Assim, governos viram reality shows e as eleições um paredão, em que mais se decide quem sai do que quem fica (ou vice e versa).
Mas, como no BBB, com os brothers já eleitos, o que pega é saber quem vai ser o líder e por enquanto Joaquim Barbosa tá nas graças do povo.

PS.: A foto do post é do fotógrafo Terry Richardson, o “fotógrafo das celebridades”.

David Lynch em mais um pesadelo sonoro

David Lynch - The Big Dream

Parece que Mr. Lynch enveredou de vez pelas bandas sonoras e promete mais um disco pra meados de julho. The Big Dream já tem teaser e vai dando as caras. Depois do estranho e surpreendente Crazy Clown Time, de 2011, TBD parece um pouco mais convencional e ao mesmo tempo mais contemporâneo. Assim como no cinema, na música lynch divide o público em amor ou ódio. Então é esperar até julho (ou até a primeira vazada) e… bons pesadelos.

Que tal meia horinha de UMO pra ir desligando…

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Fresquinho, direto daquela loja de bikes massa onde a KEXP faz os minishows.
Tenho que admitir que o Unknown Mortal Orchestra não é a mesma coisa ao vivo, no estúdio os caras ficam bem mais refinados. Mas vale ver o meu power trio favorito (atualmente) beeem barulhento.
Bah… e essa versão de “How Can You Love Me”, hein?! E “From the Sun”? Ahhhh… ouveaê!

Yeah Yeah Yeahs & Lily Cole pra começar a semana quente…

Lily Cole - Sacrilege

Tá o que Mosquito do Yeah Yeah Yeahs não tá aquiiilo tudo, mas essa Sacrilege dá um up.
E o vídeo eh foda, né não? E ah… Lily Cole, cara. Lily Cole.

Já que eu botando as coisas em dia… baxaê o Yeah Yeah Yeahs pra ver qualé.

[4:20] Já viu o clipe “oficial” do novo single dos Strokes?

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Como sempre, os comentários do YouTube garantem a veracidade da peça:
“O efeito vintage na imagem não nega. O clipe é oficial.”

Mas bem que podia!

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