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Lee Ranaldo pra iniciar a tarde na maciota…

Lee

Clipe novo, meio esquisito… mas tá valendo pra esquecer desse calor.

Meia hora de Sonic Youth pra ir amanhecendo…

Captura de Tela 2013-10-21 às 05.10.09

Cara! Que show! Meia hora, seis músicas, gravado em 2003, ainda com Jim O’Rourke, em chicago. Só pra deixar com vontade, abre com Rain on Tin empolgadaça, tem Mr. Moore bancando o maestro noise em Karen Revisited e fecha com uma versão linda de Sympathy for The Strawberry (uma das minhas músicas favoritas de todos os tempos – só pra constar). Curte aí que é foda! Bom dia!

Jujuba Peppercast #017

Peppercast17-Capa

Volta e meia a gente aparece…
Segue o som…

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Vivid Youth | The Pastels+Tenniscoats
Double Vision | Jacuzzi Boys
Think I’m in Love | Beck
Dynamic Calories | Stephen Malkmus & The Jicks
Check my Heart | The Pastels
It All Feels Rights | Washed Out
Changelling / Transmission | Dj Shadow
Lemongrass | Lakuna
Village | Alpine
Morango Tango | Macaco Bong
Bara To Yajyu | Haruomi Hosono
I Don’t no What to do with Myself | Tim Maia
Conquering Lion | The Souljazz Orchestra
Night Owls | Wagon Christ
Once | Sebadoh
Indie Cindy | Pixies
Ambulancer | Lee Ranaldo & The Dust
Ohm | Yo La Tengo

As imagens de capa são do designer Arian Behzadi

Ambulancer: Lee Ranaldo & The Dust no Buzzsession

Lee and The Dust

Desde o “fim” do Sonic Youth (sim, fãs sempre revelarão suas esperanças entre aspas) os quatro sônicos tem mostrado suas outras facetas, que sempre estiveram po aí, num universo paralelo. Depois dos dois grandes álbuns do Thurston Moore, Kim Gordon deu forma definitiva a parceria com Bill Nace, o Body/Head. Mas tem sido Lee Ranaldo quem mais tem matado minha saudade do SY.
Lee carregou consigo o batera Steve “Cougar” Shelley para seu álbum ‘Between the Times and Tides e agora junto com o guitarrista Alan Licht e o baixista Tim Luntzel, encarna o Lee Ranaldo & The Dust.
Destilando grandes riffs e uma suavidade bem peculiar, que já adoçou várias trilhas durante os mais de 20 anos do SY, Last Night on Earth vai desde a clara influência de Bob Dylan na fase elétrica até a refrescância juvenil das garage indie bands dos anos 90. Isso que o cara já tá beirando os 60.
Pra quem não ouviu ainda saca aqui, mas dá uma espiada aí embaixo só pra esquecer as dúvidas, porque com certeza este disco vai entrar na sua playlist.

Download – Lee Ranaldo & The Dust (Last Night On Earth)

O que rolou com o Lee Ranaldo no Brasil…

Semana passado o sônico Lee Ranaldo esteve em BH para apresentar o projeto Sight Unseen, parceria com a esposa Leah Singer. Tão aí os vídeos do que rolou… teve até maracatu!

E agora que eu fico sabendo que o Lee Ranaldo tá no Brasil..

Não bastasse ter perdido o show do Thurston Moore semana passada fico sabendo hoje que Lee Ranaldo – meu SY favorito, diga-se de passagem [acho tão besta essa expressão] [talvez as duas] [pra quê a gente usa essas merda] [xapralá] – estará em BH até domingo pra apresentar seu projeto audio-visual, Sight Unseen, em parceria com a esposa e artista experimemntal Leah Singer. Aproveitando… Leah foi quem dirigiu o clipe de Angles, do recente álbum solo de Ranaldo, um disco que já entrou pro meu TOP 10 DA VIDA TODA – que disco!

Falando nisso… descrevendo o disco e o clipe, uma frase de Lee Ranaldo, me acendeu uma lâmpada interessante que intitulei: Como ser bairrista em Nova York e como isso tem tudo a ver com os recentes álbuns “Demolished Thoughts” (2011) do Thurston Moore e “Between the Times & Tides” (2012) do Lee Ranaldo. “Angles, de acordo com Ranaldo, é sobre ‘…a distância entre Nova York e o Mar dos Sargaços, ou algum lugar igualmente distante, em outras palavras, entre os tempos e as marés…'” Mas isso é papo pra um post inteiro…

Ah, alguém aí pode me dar uma carona até BH amanhã?

Lee Ranaldo mandando ‘Off the wall’ acústico em NY

Cara, como eu curto essa música. Vá lá Mr. Ranaldo…

Ouve aí o novo do Lee Ranaldo


“Between the Times and The Tides” já me pegou pelo pé com surpresa, agrado e uma dose de pessoalidade uq echega a ser impresionante. Acho que tudo mundo ficou um pouquinho extasiado com a simplicidade e a colher cheia de pop que o Lee Ranaldo colocou no debut. Cara, que delícia tá esse disco… Já falei um pouco sobre esse disco uns tempos atrás, então aproveita aí que Rolling Stone liberou ele inteirinho em stream e deleite-se.
Ouça aqui.

Retomando as atividades… com Lee Ranaldo.

Depois de mas de um mês de férias forçadas… estamos de volta. Acho que já postei isso ante do recesso, mas vai denovo. Porque a volta precisa ser em grande estilo. Aliás, altíssimo. Pode ser uma impressão muito individual, mas esse disco do Lee Ranaldo é arrancado do peito…

Lee Ranaldo solo chegando por aí…

Eu tô de férias, consequentemente esse blog também, mas como a insônia não tá de férias também… isso aqui merece. Minha primeira ansiedade de 2012, o álbum solo do Lee Ranaldo. Between the times & the tides, deve aparecer lá por março, com Steve Shelley na batera, produção de John Agnello, John Medeski do MMW nos teclados, Jim O’Rourke na barulheira e a praticipação especial do primeiro baterista do SY, Bob Bert.
O prenúncio é delicioso… imprevisivelmente pop. Curte aê que eu só devo voltar semana que vem…

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