Arquivos do Blog

Jujuba Peppercast #022

Capa-Peppercast-22

Demora mas sempre chega…
Uma horinha sussa pra ficar feliz por que essa semana tem feriadão (de novo) !!!

Saiu hoje pra ficar no dia do aniversário da Kim Gordon e dar motivo pra rolar uma Star Power accoustic. Tem Death Cab for Cutie duas vezes pq eu adoro essa Ghosts de Beverly Drive e a versão dele pra Charming Man dos Smiths é muito massa!!!
E ainda tem que cumprir a tabela da semana passada e rolar duas vazadas, uma nova do Blur e outra o UMO – cara tô pirando muito nesse disco do UMO, porra terceiro disco foda seguido!
E tem uma nova do Jon Spencer Blues Explosion que saiu semanas atrás e logo logo deve pintar disco. Coube até Fugazi e mais uma pá de coisa boa… então… segue o som!

Jujuba Peppercast #022

The Separation | Ceremony
The Ghosts of Beverly Drive | Death Cab for Cutie
Erosion | Cymbals
Do the get Down | The Jon Spencer Blues Explosion
Can’t Keeping Checking my Phone | Unknown Mortal Orchestra
Diary of a Bike | Lucas Santtana feat. Fefé
All I Know | Washed Out (Moby Remix)
Glory | Wye Oak
Thought I was a Spaceman | Blur
I Won’t be Long | Beck
This Charming Man | Death Cab for Cutie
Waiting Room | Fugazi
Star Power (Acoustic) | Sonic Youth
Vale das Rosas | Mahmed
Wait | M83

Meia hora de Sonic Youth pra ir amanhecendo…

Captura de Tela 2013-10-21 às 05.10.09

Cara! Que show! Meia hora, seis músicas, gravado em 2003, ainda com Jim O’Rourke, em chicago. Só pra deixar com vontade, abre com Rain on Tin empolgadaça, tem Mr. Moore bancando o maestro noise em Karen Revisited e fecha com uma versão linda de Sympathy for The Strawberry (uma das minhas músicas favoritas de todos os tempos – só pra constar). Curte aí que é foda! Bom dia!

Ambulancer: Lee Ranaldo & The Dust no Buzzsession

Lee and The Dust

Desde o “fim” do Sonic Youth (sim, fãs sempre revelarão suas esperanças entre aspas) os quatro sônicos tem mostrado suas outras facetas, que sempre estiveram po aí, num universo paralelo. Depois dos dois grandes álbuns do Thurston Moore, Kim Gordon deu forma definitiva a parceria com Bill Nace, o Body/Head. Mas tem sido Lee Ranaldo quem mais tem matado minha saudade do SY.
Lee carregou consigo o batera Steve “Cougar” Shelley para seu álbum ‘Between the Times and Tides e agora junto com o guitarrista Alan Licht e o baixista Tim Luntzel, encarna o Lee Ranaldo & The Dust.
Destilando grandes riffs e uma suavidade bem peculiar, que já adoçou várias trilhas durante os mais de 20 anos do SY, Last Night on Earth vai desde a clara influência de Bob Dylan na fase elétrica até a refrescância juvenil das garage indie bands dos anos 90. Isso que o cara já tá beirando os 60.
Pra quem não ouviu ainda saca aqui, mas dá uma espiada aí embaixo só pra esquecer as dúvidas, porque com certeza este disco vai entrar na sua playlist.

Download – Lee Ranaldo & The Dust (Last Night On Earth)

Que tal uma dose de “Chelsea Light Moving” prum sábado vadio?

Chelsea Light Moving

O registro é do mês passado, no estúdio da KEXP Radio. Enquanto o hiato (sim, eu ainda tenho esperança de que seja só um hiato) do Sonic Youth não finda, Thurston Noise Moore se junta com a banda paralela prum trampo novo. Nada tão impressionante quanto seus últimos trabalhos solo, mas refrescante como poucos moleques de 55 anos conseguiriam.
Eu costumo dizer que gostaria de envelhecer como David Bowie. Hoje fico na dúvida vendo Thurston numa vibe tão garage.

Jujuba Mode ON!

Ouve aí o novo do Lee Ranaldo


“Between the Times and The Tides” já me pegou pelo pé com surpresa, agrado e uma dose de pessoalidade uq echega a ser impresionante. Acho que tudo mundo ficou um pouquinho extasiado com a simplicidade e a colher cheia de pop que o Lee Ranaldo colocou no debut. Cara, que delícia tá esse disco… Já falei um pouco sobre esse disco uns tempos atrás, então aproveita aí que Rolling Stone liberou ele inteirinho em stream e deleite-se.
Ouça aqui.

Retomando as atividades… com Lee Ranaldo.

Depois de mas de um mês de férias forçadas… estamos de volta. Acho que já postei isso ante do recesso, mas vai denovo. Porque a volta precisa ser em grande estilo. Aliás, altíssimo. Pode ser uma impressão muito individual, mas esse disco do Lee Ranaldo é arrancado do peito…

Lee Ranaldo solo chegando por aí…

Eu tô de férias, consequentemente esse blog também, mas como a insônia não tá de férias também… isso aqui merece. Minha primeira ansiedade de 2012, o álbum solo do Lee Ranaldo. Between the times & the tides, deve aparecer lá por março, com Steve Shelley na batera, produção de John Agnello, John Medeski do MMW nos teclados, Jim O’Rourke na barulheira e a praticipação especial do primeiro baterista do SY, Bob Bert.
O prenúncio é delicioso… imprevisivelmente pop. Curte aê que eu só devo voltar semana que vem…

E a festinha de Natal do Occupy London, com o Thom Yorke e o 3D, hein?!

Massa essa interação de expoentes culturais como o Radiohead, Sonic Youth, RATM e o Massive Attack com os “Occupy”, vale a pena ouvir os comentários e as posições do Thom Yorke e do Robert ‘3D’ Naja, mas…. cara… que festinha de natal essa com com Thom e 3D nas pickups, hein?!
Lá no “OWS” quem deu as caras foi o Lee Ranaldo, com altas fotos…

Adeus Sonic Youth…

Porra… Essa foi talvez a pior notícia do ano. Com a separação de Kim Gordon e Thurston Moore o fim do Sonic Youth parecia inevitável e aquele que poderia ser o último show da banda, acabou sendo. O Brasil pode ter selado uma carreira sônica de 30 anos de uma das mais inspiradoras, influentes e criativas bandas da história do rock. Alguma sensação minha, bem pessoal, vai adjetivando isso aqui e insistindo em alguma incerteza que possa dar a chance de que esse fim não seja absoluto.
Um dia após o anúncio da separação do casal Gordon/Moore, Lee Ranaldo estreava sua turnê solo. “É uma espécie de canção de amor que fiz pra um casal amigos queridos, que estão passando por uma barra”. Foi a frase que precedeu “Angles”, música que abriu o show no Brooklyn, em outubro, onde Steve Shelley o acompanhava.

Essa seman, em entrevista à Rolling Stone, Lee confirmou aquilo muita gente não queria ouvir:

Você acaba de voltar de uma turnê da América do Sul com Sonic Youth e como você disse, Kim e Thurston recentemente se separaram. Como isso afetou a turnê? Era algo que vinha acontecendo há algum tempo, ou foi uma coisa repentina para você?
Bem, não foi tão repentina para mim como tem sido em termos de imprensa. Na verdade, a turnê correu muito bem. […] Quero dizer, estávamos meio que na ponta dos pés e houve algumas situações diferentes na viagem, você sabe, eles não estão mais dividindo o quarto e coisas assim. Eu diria que em geral os shows foram muito bem. O que resta saber agora é o que vai acontecer no futuro. Eu acho que esses foram certamente os últimos shows por um tempo.

Você é otimista sobre o futuro da banda?
Estou me sentindo otimista sobre o futuro, não importa o que acontece neste momento. Quer dizer, cada banda segue seu curso. Estivemos juntos mais tempo do que qualquer um de nós jamais imaginou que aconteceria e foi em sua maior parte incrivelmente prazeroso. Ainda há um monte de coisas que vamos continuar a fazer. Há toneladas e toneladas de projetos, gravações e coisas desse tipo que ainda estão acontecendo, por isso há tantas maneiras em que estamos ligados uns aos outros para o futuro, tanto musicalmente como de outras formas. […] É o tipo de coisa que naturalmente aconteceu, mas foi uma boa maneira. Eu toquei meu primeiro show no dia seguinte em que Kim e Thurston anunciaram [a separação.] Isso foi completamente estranho.

Pra quem ainda não viu o último show:

Show completo do Sonic Youth no SWU 2011 (será o último?)

Sonic Youth Setlist SWU 2011 Brazil E o Sonic Youth passou pelo Brasil com aquele que pode (poderia? poderá?) ser o último da vida da melhor banda da história (ao menos pra mim e não ouse retrucar). Entre impressões fofocas a galera viu que a Kim ainda está usando aliança, o show foi empolgadaço e o Thurston disse que espera rever o público em breve. Como disse o Matias lá no Trabalho Sujo, é difícil que eles façam um último show longe de Nova York, então… seguimos na esperança. Se pá não foi minha última chance de ver Schizophrenia ao vivo.

%d blogueiros gostam disto: